POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O USO E APRIMORAMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

Conteúdo do artigo principal

Rebeca L. S. Leão
Anne C. L. Silva
Giovanna G. Araújo
WILIAN FEITOSA

Resumo

A transição energética sustentável tem se consolidado como pauta central nas agendas políticas globais, impulsionada pela necessidade de mitigar impactos ambientais, enfrentar as mudanças climáticas e diversificar a matriz energética. O presente estudo teve como objetivo analisar o papel das políticas públicas brasileiras no incentivo e aprimoramento das fontes renováveis, destacando sua relevância para o desenvolvimento sustentável e a competitividade energética. A pesquisa baseou-se em revisão bibliográfica e análise documental de programas governamentais, como o Proinfa e o Mais Luz para o Amazonas, e os resultados evidenciam que, embora o Brasil possua mais de 80% de sua eletricidade proveniente de fontes renováveis, desafios persistem, como os altos custos iniciais, dependência de condições climáticas e limitações estruturais. Observou-se, ainda, que políticas históricas, como o Proálcool e a Política Nacional sobre Mudança do Clima, consolidaram o protagonismo brasileiro na América Latina, reforçando o papel estratégico de órgãos reguladores como ANEEL e MME. A demanda deverá crescer até 3 vezes até 2050 e novos investimentos são necessários, e o hidrogênio verde é uma alternativa. Por fim, infere-se que a continuidade e o aperfeiçoamento das políticas públicas, aliados à inovação tecnológica e à cooperação entre Estado, setor privado e sociedade civil, são determinantes para expandir o uso de energias limpas e assegurar o cumprimento dos compromissos climáticos nacionais e internacionais.


 

Detalhes do artigo

Seção
Artigos
Biografia do Autor

Rebeca L. S. Leão, IFSP campus Pirituba

Estudante de Gestão Pública no IFSP campus Pirituba

Anne C. L. Silva, IFSP campus Pirituba

Estudante de Gestão Pública do IFSP campus Pirituba

Giovanna G. Araújo, IFSP campus Pirituba

Estudante de Gestão Pública no IFSP campus Pirituba