A DIMENSÃO HUMANA DA CIDADE CONTEMPORÂNEA percepções e representações de uma comunidade universitária

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Giovana Rodrigues de Sousa
Douglas Luciano Lopes Gallo

Resumo

A racionalidade do planejamento urbano tradicional tem desconsiderado a dimensão humana das cidades, resultando em espaços pouco acolhedores e desumanizados. Ainda que a crítica a este modelo modernista date do início dos anos 1960, com a publicação de Morte e Vida das Grandes Cidades por Jane Jacobs (2009), a humanização das cidades ainda é um objetivo a ser alcançado. Esta pesquisa conta com fomento do CNPq e tem como objetivo compreender as percepções e representações de uma comunidade acadêmica do campus São Paulo do Instituto Federal de São Paulo sobre a dimensão humana da metrópole paulista. A abordagem metodológica é qualitativa, cuja importância está na compreensão dos valores culturais e o mundo de significados referentes ao objeto de estudo. A coleta de dados foi feita através da revisão integrativa e para complementar o corpus da pesquisa, foram realizados grupos focais com membros da comunidade acadêmica de forma voluntária e consentida. Após a transcrição das comunicações foi realizado o tratamento dos dados com base na análise de conteúdo de Bardin (2016) e com auxílio do software WebQDA. Como resultado, foi encontrado que as percepções dos participantes corroboram o que é dito pela teoria.

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