ChatGPT Afinal, as inteligências artificiais podem perpetuar ou minimizar o preconceito de gênero?

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Larissa Caroline de Oliveira
Plinio Alexandre dos Santos Caetano

Resumo

O crescimento do uso de Inteligências Artificiais (IAs), especialmente o ChatGPT, tem sido bastante expressivo, em razão de sua capacidade de responder perguntas e produzir conteúdo de maneira tão eficiente que, muitas vezes, torna-se difícil diferenciar as respostas de humanos das da própria IA. Ademais, o ChatGPT está se difundindo socialmente de tal forma que, em muitos casos, é mais utilizado do que o Google ou quaisquer outras plataformas de busca utilizadas habitualmente. Nesse contexto, a partir do uso da versão 3.5 ChatGPT, com prompts de comando, observou-se situações comprometedoras em seu uso, como a reprodução de estigmas, preconceitos e comportamentos indesejáveis, em menor escala no modo tradicional e mais ostensivamente no modo diabo. Tais situações podem criar ambiguidade em relação ao impacto do ChatGPT e ampliar as discussões sobre suas vantagens ou, até mesmo, sobre o futuro de sua dinâmica na coletividade. Diante desse cenário, a presente pesquisa busca compreender, discutir e apurar as nuances do ChatGPT em relação ao preconceito de gênero, nos modos tradicional e "diabo".

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